| Procedimento Operacional Padrão BIOSSEGURANÇA Instabilidade clínica do usuário: paciente, discente, docente ou colaborador | Código POP-BIOSSE-007 | ||
| VERSÃO 1.0 | |||
| Elaborado por: | Andréa Lusvarghi Witzel, Camila Vieira Esteves e Igor Studart Medeiros | Data: | 05/04/2025 |
| Revisado por: | Igor Studart Medeiros | Data: | 16/05/2025 |
| Aprovado por: | Escritório de Qualidade | Data: | 08/08/2025 |
| Próxima revisão: | Anualmente ou quando necessário | ||
| Assinatura: | |||
Instabilidade clínica do usuário: paciente, discente, docente ou colaborador
1. Objetivo:
Estabelecer ações imediatas e padronizadas frente à ocorrência de sinais de instabilidade clínica durante as atividades na clínica, garantindo suporte e segurança ao usuário envolvido (paciente, discente, docente ou colaborador).
2. Abrangência:
Aplica-se a todos os usuários que apresentarem sinais clínicos agudos ou agravamento súbito de condição de saúde nas dependências da FOUSP.
3. Situações consideradas instabilidade clínica:
– Perda de consciência ou desmaio;
– Crise hipertensiva ou hipotensiva;
– Quadro de hipoglicemia;
– Convulsão;
– Dor torácica, falta de ar;
– Mal-estar súbito com alteração de sinais vitais
– Queda com lesão
4. Procedimentos:
a) Ações imediatas:
– Interromper o atendimento ou atividade
– Manter o usuário em posição segura (sentado ou em decúbito, conforme avaliação)
– Acionar imediatamente o suporte de emergência local (responsável clínico ou coordenação)
– Aferir sinais vitais (PA, FC, FR, glicemia capilar, se disponível)
Oferecer glicose oral em caso de hipoglicemia suspeita (se consciente)
– Garantir vias aéreas desobstruídas e ambiente tranquilo
b) Encaminhamento:
– Se necessário, acionar o SAMU (192)
– Acompanhar o usuário até o atendimento médico
– Notificar familiares/responsáveis, se aplicável
c) Pós-evento:
– Preencher a ficha de ocorrência clínica e evento adverso no sistema ROMeu
– Registrar no prontuário (se paciente) ou em documento institucional (colaborador/discente/docente)
– Avaliar causas e propor medidas preventivas, se possível
5. Responsáveis:
– Supervisor clínico no momento do evento
– Coordenação da clínica
– SESMT ou Escritório de Qualidade
6. Medidas preventivas:
– Avaliação prévia de saúde dos pacientes antes de procedimentos invasivos
– Atualização de anamnese e histórico clínico
– Treinamento em primeiros socorros para a equipe
– Disponibilidade de kit de emergência clínica com itens básicos (glicose, oxímetro, esfigmomanômetro, etc.)
7. Referências:
– Diretrizes ANVISA para segurança do paciente
– NR 32 – Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
– Manual de Biossegurança FOUSP
– Diretrizes ONA – Segurança do Paciente e Gestão de Risco